sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

NETFLIX Perde mais de 1 Milhão de Assinantes

Notícia da queda da NETFLIX povoa a internet como no YAHOO NOTÍCIAS.

O estranho é que ninguém menciona que a maioria do conteúdo não tem valor nenhum.  Esse conteúdo está lá, assumidamente pela empresa, para promover o viés ideológico da NETFLIX. No máximo falam a respeito de "falta de conteúdo".

Claro, assumir que o viés ideológico da NETFLIX afasta pessoas é assumir que seu plano de conteúdo é um grande barco furado, será que essa perda não tem nenhuma relação com conteúdo? 

Naturalmente as pessoas quando deixam um serviço não tem intenção de discutir teologia moral com a retenção do telemarketing ou acreditam que o serviço vai começar a promover a antiguidade clássica porque ele está insatisfeito com a programação ou ainda que tem obrigação de justificar alguma coisa, apenas cancela o serviço, citando qualquer razão, geralmente a que promova a menor possibilidade de diálogo possível para que o atendimento acabe rápido. 



sexta-feira, 25 de novembro de 2022

CPI DO SUPREMO

Protocolado pedido de CPI ao atingir o número de votos necessários para investigar abuso de autoridade no STF e TSE.

Veja mais em https://www.cnnbrasil.com.br/politica/deputado-protocola-pedido-de-cpi-contra-abuso-de-autoridades-do-stf-e-tse/




terça-feira, 22 de novembro de 2022

STF: A Maior Vergonha do Brasil

 


quinta-feira, 17 de novembro de 2022

Dugin e a Subversão

Yuri Alexandrovich Bezmenov foi jornalista da RIA Novosti e informante da PGU KGB, que desertou para o Canadá. Ele explicou ao ocidente como os comunistas promoviam "movimentos sociais" já existentes que são contra os valores da sociedade para desestabilizar um país, destruindo sua cultura, tradição, moral, heróis, religião, arte, música, etc. [1]

Alexander Dugin falou abertamente sobre utilizar essa tática de subversão comunista que é amplamente aplicada no ocidente utilizando movimentos e mecanismos que buscam por todos os meios possíveis desmoralizar nossos valores:

“É especialmente importante introduzir desordem geopolítica na atividade interna americana, incentivando todos os tipos de separatismo e conflitos étnicos, sociais e raciais, apoiando ativamente todos os movimentos dissidentes – grupos extremistas, racistas e sectários, desestabilizando, assim, os processos políticos internos nos EUA”. [2]


[1] https://brasilconservadores.blogspot.com/2013/10/subversao-transcricao-da-palestra-com.html

[2] https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/quem-e-alexander-dugin-guru-de-putin-que-perdeu-filha-em-explosao-de-carro/

Sobre álcool a 70% e armas de fogo



Em 2013 foi proibida a comercialização de álcool líquido acima de 50%  para uso doméstico. A desculpa? A mesma que qualquer bom escravo servil do estado aceita para controlar o que ele bem entender: é perigoso. Será que é mais perigoso que andar nas ruas? Mais perigoso que os bandidos que massacram a sociedade e são postos nas ruas todos os dias pela "justiça"? 

Pois bem, com a chegada da COVID o álcool deixou de ser uma ameaça às crianças que alimentam o parasitismo estatal, automaticamente essas crianças não precisaram mais da proteção do papai estado e ficaram aptas a utilização do álcool a 70%.

A proibição do porte de armas funciona da mesma forma: De um lado temos crianças, sem treinamento do estado (único válido com poderes sobrenaturais), sem educação,  incapazes de utilizar armas, porque podem provocar acidentes ou se rebelar contra as leis. Do outro lado temos um candidato a servidor do estado que faz um concurso e depois de um treinamento milagroso torna-se adulto, educadíssimo de elevada cultura superior, incapaz de provocar acidentes ou tornar-se um agressor.

Fica ainda mais interessante quando pensamos nas forças armadas. 
Se você quiser um porte vai precisar ter 25 anos e atender uma série de exigências que desaparecem em um alistamento militar.
Resumindo toda prosa, seu direito natural de legítima defesa é roubado, só é permitido morrer pelo estado.

O estado não pode ter o monopólio da violência, primeiro porque isso em si é impossível, a criminalidade prova isso todos os dias, segundo porque é incapaz de proteger a todos e isso não tem solução a menos que ele se torne onipresente e terceiro porque ninguém pode decidir por nós sobre nossa vida, sobre nosso destino. Temos um parasitismo que ultrapassa as linhas econômicas, controla pelo que devemos morrer e não para por aí, quando nos fazem querer engolir as imoralidades que promovem o estado também quer nossa alma.




quarta-feira, 16 de novembro de 2022

NETFLIX: Revelações Pré-históricas


Revelações Pré-históricas é uma Série da NETFLIX que apresenta as expedições do jornalista Graham Hancock. Seria apenas mais uma série se o protagonista não nos desse uma pista das suas motivações que se alinham ao discurso de muitas organizações que desejam apresentar civilizações primitivas como superiores a nossa civilização ocidental.

Essas organizações se valem da imaginação "mística" dos seus adeptos como forma de dizer que tem algo melhor a oferecer, um "conhecimento secreto perdido" dos "sábios mestres", neste caso observamos a mesma oposição a uma realidade óbvia, além disso o protagonista se omite quanto aos costumes bárbaros das tradições da "civilização avançada" que ele glorifica nas suas expedições, enquanto critica os conquistadores europeus.

Logo nos primeiros episódios Graham Hancock confessa que acha nossa civilização muito egocêntrica e com desgosto diz que ela se vangloria por considerar-se a mais avançada. Quando nos damos ao trabalho de observar todos esses detalhes que apontam as motivações do trabalho e como ele se desenrola, não precisamos fazer nenhum esforço para entender que se trata de mais uma obra nos moldes desejados pelos patrocinadores contra cultura e estilo de vida ocidental, seja essa a real intenção do protagonista ou não, pouco importa, o que temos aí é mais um crítica a nossa civilização ocidental fantasiada de verdade.


quinta-feira, 10 de novembro de 2022

TJPE - Exemplo da "Justiça Imparcial" de Lula

"Os babacas de direita estão rezando no muro dos quartéis, pedindo a intervenção das Forças Armadas. É hilário. Eu quero é pau nessa direita idiota"... 

"Nem a conheci. Morreu jovem. Por que não morrem Bolsonaro e seus filhos, Paulo Guedes, Edir Macedo e essa tropa de meliantes do governo federal? Estou começando a ficar triste com Deus"...  

-desembargador Bartolomeu Bueno de Freitas Morais

- Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2022/11/09/pau-nessa-direita-idiota-diz-juiz-de-pernambuco-sobre-atos-bolsonaristas.htm?cmpid=copiaecola

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

NETFLIX


 

Apenas a confirmação do motivo ser praticamente impossível achar algo bom para assistir na Netflix.

Não se trata de conteúdo para sua escolha,  assim como outros veículos de mídia é algo pré-selecionado com um objetivo: fortalecer a doutrinação segundo a agenda do feminismo, movimento gay, etc.


A diretora da Netflix que decide o que você assiste... 

 https://www.uol.com.br/splash/noticias/bbc/2021/12/14/a-diretora-da-netflix-que-decide-o-que-voce-assiste.htm?cmpid=copiaecola

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Grupo terrorista palestino Hamas parabeniza Lula por vitória nas eleições

 O grupo terrorista Hamas parabenizou Luiz Inácio Lula da Silva por sua vitória eleitoral após ter derrotado Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições, no último domingo (30).


https://noticias.r7.com/internacional/grupo-terrorista-palestino-hamas-parabeniza-lula-por-vitoria-nas-eleicoes-01112022

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

BRT Avenida Caxangá

O plano de "mobilidade" da Caxangá virou piada. A faixa de ônibus só serve para os ônibus que integram as "estações" os demais ônibus ficam engarrafados junto com os carros e motos (sempre castigados pelo coletivismo barato socialista que odeia o particular, o privado). Estreitamento de avenidas, mais engarrafamentos, mais atraso com integrações! O motociclista, no vídeo abaixo, diz que leva tanto tempo para chegar de moto que é melhor andar de bicicleta. De fato, esse é o objetivo dos governos socialistas, atacar o privado, deixar dependente de transporte público, cada vez piores, e se não quiser, o castigo é depender de bicicleta ou pagará com mais impostos e engarrafamentos. 




 Veja Também:

http://partidoconservador.blogspot.com.br/2014/04/transporte-publico-mobilidade.html

http://partidoconservador.blogspot.com.br/2014/04/cinquentinhas-ciclomotor-chegou-hora-do.html

Antipsiquiatria: Luta Antimanicomial

O termo antipsiquiatria passou a ser usado na década de sessenta para designar uma corrente doutrinária na área de saúde mental que tinha por característica principal contestar a validade da Ciência Médica para resolver os problemas de psiquiatria. 

Seus conceitos propagaram-se para áreas afins, no bojo dos movimentos de protesto das conturbadas décadas de 60 e 70, que julgam não existir doenças mentais e que a nosologia médica psiquiátrica não passa de um conjunto de rótulos, apregoando o fechamento dos estabelecimentos médicos psiquiátricos.  Roudinesco [1], em seu Dicionário de Psicanálise, fornece a seguinte definição: 

Embora o termo antipsiquiatria tenha sido inventado por David Cooper num contexto muito preciso, ele serviu para designar um movimento político radical de contestação do saber psiquiátrico [grifo nosso], desenvolvido entre 1955 e 1975 na maioria dos grandes países em que se haviam implantado a psiquiatria e a psicanálise [grifo nosso]: na Grã-Bretanha, com Ronald Laing e David Cooper; na Itália, com Franco Basaglia; e no Estados Unidos, com com as comunidades terapêuticas, os trabalhos de Thomas Szasz e a Escola de Palo alto de Gregory Bateson. (...) Como utopia, a explosão da antipsiquiatria foi radical, e Cooper sublinhou isso ao discursar em Londres, na tribuna do congresso mundial de 1967, o qual almejava inscrever a antipsiquiatria no quadro de ummovimento geral de libertação dos povos oprimidos [grifo nosso] (...) Cooper prestou uma vibrante homenagem aos participantes da comuna de 1871, que haviam atirado nos relógios para acabar com “o tempo dos outros, o dos opressores, e assim reinventar seu próprio tempo” [observe a orientação política anarquista]. 

Antipsiquiatria é uma ideologia perniciosa, de inspiração anarquista. É formada pela confluência de várias correntes de pensamento que dominaram a sociedade ocidental a partir do final do Século XIX e parece que se adentrará, infelizmente, pelo XXI.

Ocupe estelita: Armas, drogas e técnicas de terrorismo

Ocupe estelita: Armas, drogas e técnicas de terrorismo

Hoje encontro matérias sobre “ocupe estelita” falando de “violência policial” por usarem a força para desbloquear o trânsito e retirar as pessoas que impediam, mesmo depois das tentativas de negociação da polícia, a reintegração de posse! 

Nenhum destaque para as informações da polícia sobre ferramentas usadas como armas, coquetéis molotov, maconha e cola encontradas no local,  uso de técnicas terroristas como utilizar mulheres grávidas e crianças como escudo! 

Nesta bagunça ainda encontramos estrangeiros que aparecem em nosso país, como ocorre comíndios estrangeiros, para somar a revolução dos que nada produzem.

A Anistia Internacional, MPF e UFPE resolveram se manifestar contra a ação policial.

O que esperam? Acabar com o que sobrou de poder policial e ordem? Dar poderes de fechar avenidas e não cumprir mandado a grupos subversivos? 

 Algumas imagens:






O perigo vermelho que se espalha com virulência, enquanto com discursos de auto-legitimação afirma que o objetivo é proteger um patrimônio, promovem propaganda contra a propriedade privada, contra quem produz riqueza, defendendo ideologias fracassadas coletivistas contra a estrutura da sociedade.
                                                         







http://direitosurbanos.wordpress.com/ocupeestelita-0/ocupeestelita/

Desenvolvimento sustentável, diversidade e até democracia são termos usados para relativizar a propriedade privada para aos poucos destruí-la. É o comunismo/socialismo com toda sua força, travestido na nova língua.

Apoiados por outros subversivos que agora ocupam altos cargos na política e em instituições esses movimentos são os verdadeiros tentáculos de um poder que vem há décadas corrompendo a sociedade e que briga entre si pelo comando.


 Tentáculos revolucionários - "Anônimos bem conhecidos" deixam claro suas intenções

Nudismo



CAOS E DESTRUIÇÃO PROVOCADA PELO OCUPE ESTELITA 





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Referências:
http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2014/06/11/internas_viver,509655/coletivo-registra-nudez-no-cais-jose-estelita.shtml
http://www.cardinot.com.br/policia-retira-manifestantes-do-cais-jose-estelita/
http://globotv.globo.com/rede-globo/netv-2a-edicao/v/pms-cumprem-mandado-judicial-de-reintegracao-de-posse-do-terreno-em-cais-do-recife/3427788/

Ana Rita: Furto agora é "questão social"

Entendo o pensamento da pena proporcional ao crime, mas a admoestação pregada pela senadora Ana Rita do PT na PL Nº 44, DE 2011 é absurda, um estímulo a bandidagem. No projeto o furto do bandido passa a ser "questão social" e o ladrão leva somente uma bronca pelo crime. A bagaça está tramitando.

Touradas, provas campeiras, rodeio… Moralidade e reflexões sobre seus valores e virtudes

Por Rafael Vitola Brodbeck

Fonte: Blog Veritatis
Esse modo de lidar com os animais não é, de per si, cruel. Pode haver um ou outro que o sejam, ou mesmo a maioria, mas não a crueldade não é ontológica. Só nos chocamos, por vezes, porque estamos acostumados com o politicamente correto, o pensamento dominante que iguala homens e bichos, e às vezes nem nos damos por conta.

Aqui no RS, as provas campeiras imitam a lida de campo, a faina. E esta imita a guerra. O gaúcho é belicoso, militaresco por natureza, dado que nasceu peleando pela consolidação da fronteira. Nas provas, essa belicosidade é simbolizada. E muitos valores existem nelas: o companheirismo entre a peonada, a hierarquia (patrão, capataz, peão), a paternidade dos superiores, a humildade, a diferença entre homens e animais, o reconhecimento dos perigos da vida, o culto às tradições, a coragem (essa virtude tão esquecida em nossos tempos de amor à covardia), a disciplina, a laboriosidade, a vida em família, a técnica, a sabedoria transmitida de geração em geração (como encilhar um cavalo, como domar um potro, como laçar, e a profundida filosófica desses atos cotidianos), tudo isso é carregado de um simbolismo muito profundo que nos remete à Civilização Cristã. A prova campeira, no RS, é uma herança espanhola, um vínculo profundíssimo com a Idade Média.

Buscar a crueldade com os animais por si só é errado, mas aceitá-la, apenas, como parte de algo maior, como consequência, não é errado, nem imoral. Podem alguns não gostarem, mas não é certo envolver a moral católica nisso. É como a história do cigarro: não gosta, ok, mas não me venham dizer que é pecado, porque não é.

A caça à raposa é uma tradição igualmente cheia de significados: o esmero, o cavalheirismo, a cortesia, a delicadeza nos detalhes, a preparação, a disciplina, a distinção entre homem e animal, e, aparentemente paradoxal, a confiança entre homem e animal (seu cachorro), a técnica tradicional, tudo isso é uma gama de valores humanos que formam o ethos cultural que não se pode desprezar. Fazê-lo seria aderir ao positivismo comteano.

De outra sorte, não acho que se deva dissociar fé e rodeio. A simples presença de Nossa Senhora em tais eventos é um sinal da religiosidade, ainda que cultural, no meio do povo simples. Não devemos dissociar, e sim aproveitar o momento para colocarmos em ação técnicas de apostolado que sejam mais eficazes. Os ginetes (no RS, peão é outra coisa) fazem tanta questão da imagem da Aparecida: prova de que, pelo menos culturalmente, o sagrado ainda se faz presente, e, mais ainda, nítido símbolo de que as tais provas são plenamente compatíveis com a Civilização Cristã.
“De las corridas de Toros
P. ¿Las corridas de Toros como se usan en España son prohibidas por derecho natural? R. Que no lo son; porque según en nuestra España se acostumbran, rara vez acontece morir alguno, por las precauciones que se toman para evitar este daño, y si alguna vez sucede es per accidens. No obstante el que careciendo de la destreza española y sin la agilidad, e instrucción de los que se ejercitan en este arte, se arrojare con demasiada audacia a torear, pecará gravemente, por el peligro de muerte a que se expone.
P. ¿Están prohibidas las corridas de Toros por derecho eclesiástico? R. Que aunque Pío V prohibió las corridas de Toros con penas gravísimas, las permitieron después para los seglares Gregorio XIII, y Clemente VIII, quitando las penas impuestas por aquel Sumo Pontífice, pero mandando fuesen con estas dos condiciones; es a saber, que no se tuviesen en día festivo, y que se [432] tomasen por aquellos a quienes incumbe, todas las precauciones necesarias, para que no sucediese alguna muerte. Por lo que con estas dos condiciones son en España lícitas para los seglares las corridas de Toros. A los Clérigos, aunque se les prohiba el torear, no se les prohibe la asistencia a las corridas. Con todo les amonesta su Santidad se abstengan de tales espectáculos, teniendo presente su dignidad y oficio para no ejecutar cosa indigna de aquella, y de éste.
P. ¿Pecan gravemente los regulares que asisten a la corrida de Toros? R. Que sí; porque obran en materia grave contra el precepto impuesto por Pío V. Los Caballeros de los Ordenes Militares no son comprehendidos en este precepto por no ser verdaderos religiosos, y así quedan excluidos por Clemente VIII. La excomunión impuesta contra los regulares que asisten a dichas corridas, según la opinión más probable, sólo es ferenda.
P. ¿Está prohibida a los regulares la asistencia a las corridas de novillos? R. Que no; porque sólo se les prohibe la asistencia a las de Toros, y por este nombre no se entienden los novillos; y también porque en la corrida de éstos el peligro de muerte es muy remoto. Mas no pecarán los regulares si vieren torear desde las ventanas de sus casas; o de otra parte pasando por ella casualmente; pues esto no es asistir a la corrida. Pecarán, por el contrario, si asisten desde alguna ventana del circo aunque sea entre celosías, y no haya peligro de muerte; porque siendo la prohibición absoluta, debe absolutamente observarse.
P. ¿Son lícitas fuera de España las corridas de Toros? R. Que no; lo uno porque la moderación hecha por Gregorio XIII, y Clemente VIII, sólo habla con los seculares y clérigos existentes en España. Lo otro, porque los de otras naciones, o ya sea por no tener la agilidad de los Españoles, o por no ser tan diestros en este ejercicio están expuestos al peligro a que no están estos. Como quiera que sea, la prohibición de Pío V debe regir fuera de España.”
(Marcos de Santa Teresa. Compendio Moral Salmaticense, según la mente del Angélico Doctor; Pamplona: Imprenta de José de Rada, 1805, Tratado diez y seis. Del quinto precepto del Decálogo, Capítulo único. Del homicidio. Punto once)
Vê-se que:

1. As touradas não são proibidas por direito natural. Logo, não são pecado, por si.
2. A única proibição às touradas é de direito eclesiástico, e para os clérigos. A razão dessa proibição está no tipo popularesco de espetáculo e no ambiente pouco propício a sacerdotes.
3. A análise da moralidade das touradas NÃO se dá pela “crueldade” aos animais, e sim pela potencialidade de risco ao ser humano (é com o toureiro, não com o touro, que se importa a moral). Mesmo que proibida fosse, então, a razão não seria pela pretensa crueldade.
4. O comentário acima vale para outras provas semelhantes.

Anteprojeto: Quando omissão socorro aos animais rende uma pena maior que omissão de socorro aos seres humanos


Art. 132. Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à
criança abandonada ou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou
em grave e iminente perigo, ou não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade
pública:
Pena – prisão, de um a seis meses, ou multa.

Art. 394. Deixar de prestar assistência ou socorro, quando possível fazê-lo, sem risco
pessoal, a qualquer animal que esteja em grave e iminente perigo, ou não pedir,
nesses casos, o socorro da autoridade pública:
Pena – prisão, de um a quatro anos.

Leia aqui: http://www12.senado.gov.br/noticias/Arquivos/2012/06/pdf-veja-aqui-o-anteprojeto-da-comissao-especial-de-juristas

RIO +20

Recomendamos os artigos:


RIO+20 = TENTATIVA FRACASSADA DE LEVAR ADIANTE A REVOLUÇÃO VERDE
Como a cantilena do aquecimento global está caindo no descrédito, as ONGs preferiram focalizar os conceitos de “biodiversidade” e “desenvolvimento sustentável” como principais temas. De acordo com o Dr. Kelvin Kemm, físico nuclear e especialista em questões ambientais, “quando se cria nas pessoas uma preocupação, pode-se criar nelas o medo, e com isso elas podem ser controladas”.10
De fato, toda a conferência apresentou como fundo de quadro um controle internacional, baseado no pânico quanto ao futuro do planeta. Conforme admitiu o mesmo especialista, “certas organizações verdes querem claramente exercer controle direto sobre governos do mundo inteiro, e querem impor seu tipo de governo mundial em nosso planeta, nas comunidades, nos negócios e nas famílias. Os conceitos de biodiversidade e desenvolvimento sustentável lhes servem como meras alavancas.
“Os verdes clamam que nossas plantas e espécies animais, nossos recursos naturais, nosso ar e nossa água, enfim, nosso planeta está em estado tão desesperador que são os verdes radicais que têm de tomar conta dele. Eles vão defender a ‘biodiversidade’, e para isso vão decidir o que ‘desenvolvimento sustentável’ atualmente significa e como deve ser implementado”.11

Alarmismo climático denunciado por Lord Monckton na Rio+20
Catolicismo — Mais ainda, poder-se-ia dizer que o movimento ambientalista dá muitos sinais de ser uma nova religião. Gorbachev, por exemplo, disse que a Carta da Terra deve substituir os Dez Mandamentos como base da nossa sociedade. O senhor teria exemplos ou poderia comentar isso?
Lord Monckton — A ideia de que o ambientalismo possa ser uma religião crível já demonstrou ser falsa pelo trenzinho assombrado do aquecimento global, em cujos vagões os fanáticos subiram e cujas rodas imediatamente começaram a se soltar. Agora todo mundo vê que eles estavam errados. Portanto, por que estariam certos a respeito das outras coisas que dizem? Essa abordagem é naturalmente um pouco ilógica, porque teoricamente eles poderiam estar errados numa coisa e certos em outra, mas acontece que eles têm um histórico de serem errados, repetidamente errados. Erraram, por exemplo, quanto à camada de ozônio. Recentemente descobriu-se que o impacto dos carbonos de clorofluoro na fina camada estratosférica de ozônio, que em alguma medida nos defende de raios nocivos do sol, foi dez vezes exagerado. Não se trata de um errinho qualquer, foi exagerado dez vezes. Sem esse exagero, não haveria nem de fato há qualquer justificação para o Protocolo de Montreal, mas assim mesmo ele fecharia milhares de indústrias perfeitamente respeitáveis do mundo inteiro que produzissem ou usassem os carbonos de clorofluoro. Portanto, eles estavam errados.

Psicose Ambientalista



Os chamados ambientalistas insistem em dizer que o homem está acabando com o Planeta Terra, por conta do mau uso da natureza.

Segundo eles, nós causamos:
-o efeito estufa,
-o aquecimento global,
-a destruição da camada de ozônio,
-além de vários outros problemas que comprometerão o futuro do planeta.
E, para evitar isso, eles querem nos impor regras para agirmos de acordo com o que eles pensam e desejam.

Ou seja: ao invés de o meio ambiente nos servir, somos nós quem devemos servir a ele – segundo esses ambientalistas radicais.

Mas e se alguém dissesse pra você que tudo isso não passa de um
grande exagero, de uma mentira criada por “ecoterroristas” para
nos dominar?



É sobre isso que o príncipe imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, fala nesse livro que desmarcara ditos ambientalistas e prova que o ser humano não tem poder para modificar o futuro do Planeta Terra.

Através dessa leitura você também saberá a opinião de diversos especialistas, como professores de Harvard, profissionais da NASA, geólogos, prêmios Nobéis, entre muitas outras autoridades no assunto, que desmentem os mitos dos ambientalistas radicais.

Saiba por que querem que você fique refém de uma “psicose ambientalista” que quer dominar nosso modo de vestir, de comer, de nos locomover.

http://www.livroscatolicos.com.br/home/?p=1077#.UI4CFYbWi8A

Aposentado de 81 anos é desalojado pelo Código Florestal



Recebi um longo e-mail da Sra. Maria Angélica de Paula, esposa do Sr. Celso Oliveira, descrevendo os acontecimentos. É por situações como essa que esse blog existe. Reparem nos absurdos que a legislação ambiental vem causando na vida de gente simples como o Sr. Oliveira e D. Angélica. Esse tipo de ambientalismo canalha precisa ser detido. É claro que precisamos tomar conta do nosso patrimônio ambiental, mas fazer isso pisando na dignidade de gente como o Sr. Oliveira não é correto.

Tomo a liberdade de reproduzir o e-mail da D. Angélica abaixo e peço desculpas por não poder fazer mais do que isso. Agradeço a autorização para publicar o e-mail e o envio da foto. Segue a carta da D. Angélica:

Boa noite!

Sou Angélica, da cidade de Fartura-SP. É com profunda tristeza que relato um desfecho judicial. Em 2002, comprei um pequeno terreno na zona rural com treze mil e quinhentos metros quadrados de área, de forma retangular, às margens da represa de Chavantes. O ex- proprietário cultivava milho e mandioca no local, em meio a um cafezal já extinto. Nesse local, havia uma velha tulha, em decadência, que servia de abrigo em dias chuvosos para os trabalhadores. Era um local bonito somente pela topografia, comparado com os arredores, cujas vizinhanças construíam seus ranchos e trabalhavam na jardinagem e plantio de árvores.

Assim que o adquiri, construí no local da tulha, minha casa, e todos os dias dedicava uma parte do tempo para plantio de flores e árvores. Comprava mudas num viveiro da cidade, e com a ajuda de meu marido, plantávamos, em finais de semana ao mesmo tempo em que também nos ocupávamos em acabar com saúvas, que eram o flagelo do lugar.

Em 2004, certo dia, apareceu um policial ambiental e nos multou. Ele pediu para que meu marido assinasse o auto de infração, cujas alíneas já estavam assinaladas. Alegou que estávamos revolvendo a terra, descaracterizando-a, e nem adiantou falarmos que eram raízes de um cafezal extinto que retirávamos para plantar árvores. Foi embora, deixando-nos uma multa de três mil e oitocentos reais, recomendando-nos que a pagássemos junto ao DPRN.

Meu marido pagou a multa. Tudo parecia tranqüilo, continuamos plantando nossas flores e árvores e quando nosso vizinho decidiu vender a área dele, por motivo de doença na família, meu marido comprou para minha netinha. Esse terreno era de um mil e quinhentos metros quadrados, com uma casa que ele havia comprado de outro, há mais ou menos uns dez anos.

Nesse terreno também havia eucaliptos seculares muito bonitos de maneira que não necessitávamos reflorestar a área, apenas cuidá-la. O espanto veio, quando um oficial de justiça bateu à nossa porta, intimando-nos a comparecer ao fórum. Meu marido ficou muito assustado, pois durante toda sua vida teve seu nome honrado.

O promotor nos perguntou se sabíamos por que estávamos lá. Dissemos que não, não sabíamos. Ele então nos disse: Vocês estão usando uma área que não pertence a vocês, essa área é preservada e pertence ao DPRN. Vocês construíram casas e elas devem ser demolidas. Tudo que for feito dentro de uma área de cem metros, deve ser retirado. Meu marido argumentou, dizendo que estava plantando, zelando, que estava conservando, que poderia fazer acordos. O promotor disse que tinha uma proposta, derrubasse tudo e tudo terminava ali mesmo. Então, todas as casas nessas condições serão demolidas, perguntou meu marido. Não! Estou falando da sua, cada caso é um caso.

Meu marido não aceitou acordo, porque não houve proposta de acordo, e no dia seguinte o oficial de justiça apareceu novamente em casa nos convocando para seguí-lo até a área implicada. Mediu a distância da margem da água até a casa, com passos, e contou 80 passos. Disse que estava distante 80 metros. Meu marido arrumou um advogado, que não era da área, pois da área não havia por aqui, e distante daqui era uma fortuna, e nosso salário não dava para pagar.

Enquanto corria o processo, todo mês, o oficial de justiça nos importunava, querendo ver a área e registrando o que observava. Nesse tempo, ficamos impedidos de entrar na área que ficou embargada e com isso, o mato crescia sobre as plantas novas que morriam, além das saúvas que cortavam-nas. Os desocupados, percebendo que a área estava embargada pela justiça, começaram a depredar a casa, até os postes da rede de luz roubaram. Muitos boletins de ocorrência e nenhuma ação.

Meu marido, hoje com 81 anos, foi ficando depressivo, pois essa situação, pela formação moral dele e idade avançada era uma tortura psicológica, sem contar os mal dizentes que o amedrontavam dizendo que ele terminaria preso.

Um dia, pedi cópia do processo para o advogado, e li que os oitenta metros que o oficial havia contado com os passos, tinha baixado para 40 e muitos laudos de peritos técnicos que nunca vimos. Perdemos em primeira instância, e em segunda instância, pedindo novamente cópia do processo, percebi que tudo que meu marido tinha de bens no passado constavam no processo, e a metragem de treze mil e quinhentos metros quadrados havia passado para 1,506 hectares. O advogado disse que a área da netinha tinha entrado também nessa nova metragem.

Enquanto o processo seguia, em segunda instância, em primeira instância cada promotor e juiz substitutos que passavam pela comarca, deixavam uma intimação, dizendo que tínhamos seis meses para demolição, sob pena de multa diária de mil reais. O processo havia sido dividido em três partes, de maneira que cada parte estava numa determinada instância, conforme íamos perdendo por unanimidade em todas elas.

No meu desespero, escrevi para Xico Graziano, pedindo ajuda e orientação, pois perder um bem desta forma é traumatizante, mas ele nunca me respondeu. Liguei para o DPRN que nos multou e lá me disseram que isso era com a justiça. Fiz um projeto de reflorestamento intimada pelo promotor, de plantar duas mil e quinhentas árvores. A promotoria sempre dando prazo de seis meses para plantar e demolir, do outro lado, o projeto no meio ambiente que nunca saía aprovado, sem contar a dificuldade para encontrar as mudas que determinaram que fossem plantadas.

Meu marido cada vez mais doente, tendo que fazer coisas que o físico não conseguia que era procurar as mudas e plantar, e o medo. Não sabia se plantava, se isso era desacato pois a área estava embargada, os seis meses terminando e o povo dizendo que ele seria preso.

Concluindo, perdemos por unanimidade em todas as instâncias, e o projeto foi indeferido, dizendo que a área deverá ser maior e que as plantas não condizem com a resolução. Os seis meses dados, terminariam no final de setembro, então meu marido, não suportando mais a pressão foi até a prefeitura, pagou para arrumarem a máquina e deu início as demolições. A primeira casa foi da netinha, presente dele para ela, que é uma netinha adorada.

O maquinista me contou, que foi a cena mais triste do mundo, ver um velhinho chorando num cantinho, assistindo a demolição do presente que deu para a neta. Ele também me disse que quase desistiu, pois não conseguia ver nenhuma irregularidade naquele lugar, nada que prejudicasse a natureza. Foi forte, porque viu a intimação.

Naquela mesma noite, meu marido foi para o hospital. Não resistiu a pressão psicológica. Meu filho, vendo o pai naquele estado, entrou em pânico, sem saber o que fazer, se fechou, numa amargura impenetrável. Eu não sei como ajudar, apenas vejo minha família desestruturada, sem apoio, sem justiça.

Não gostaria que meu marido morresse assim, se sentindo martirizado, menosprezado e bandido. Gostaria que alguém, iluminado por uma luz divina, através de ações, mostrasse a ele que ele é um homem honrado e que quando morrer, morrer com dignidade porque ele é um bom homem. Eu sei que a história não termina aqui. Ainda ele será chamado para os ajustes finais, para os acertos de contas na justiça.

Fonte:site Novo Código Florestal

Nova jazida de petróleo americana com pontencial igual ao de todas as reservas mundiais de petróleo conhecidas

Segundo recente relatório do U.S. Government Accountability Office – GAO, o potencial de petróleo aproveitável na jazida de Green River Formation, nos estados de Utah e Colorado, nos Estados Unidos, seria “igual ao de todas as reservas mundiais de petróleo conhecidas”, informou a ABCNews. 

Esse volume explorável seria só a metade do existente na jazida, mas equivale às “reservas comprovadas de petróleo do mundo inteiro”. O total seria, portanto, o dobro das reservas confirmadas da OPEP. O GAO e a indústria privada estimam que o petróleo aproveitável na jazida atingiria três trilhões de barris. 

“Nos últimos 100 anos, toda a humanidade consumiu 1 trilhão de barris de petróleo. E nós temos aqui várias vezes isso”, disse Roger Day, vice-presidente para as operações da American Shale Oil (AMSO). 

 (créditos: http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com.br) http://abcnews.go.com/Business/american-oil-find-holds-oil-opec/story?id=17536852#.UKWMMYbDt8H

Astrônomos encontram reserva de petróleo no espaço

Uma equipe internacional de cientistas acaba de detectada uma nova molécula interestelar em nossa galáxia. Esta molécula, denominada o ion propynylidyne (C3H +), é parte da família de hidrocarboneto, que compõe uma das principais fontes de energia na Terra, o petróleo e o gás natural.  
A descoberta dessa molécula no coração da famosa Nebulosa Cabeça de Cavalo na constelação de Orion confirma que esta nebulosa é uma refinaria de petróleo ativo para o meio interestelar. [...] Mas como é que estes hidrocarbonetos são formados? No seu artigo, Jérôme Pety e colegas propõem que resultam da fragmentação de gigantes moléculas carbonáceas denominadas PAHs. 

Estas moléculas gigantes podem sofrer erosão graças à radiação ultravioleta, produzindo uma grande quantidade de hidrocarbonetos pequenos. 

 Traduzido de: http://www.iram-institute.org/EN/news-astronomers/2012/68.html

Outra fontes:

l’Observatoire de Paris

http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2012/11/27_cabeca_de_cavalo.htm